BENJAMIN ZEPHANIAH
Zephaniah (1958, Birmingham, Reino Unido) se autodenomina “poeta oral”, mas é impossível descrevê-lo com um único rótulo. Romancista. Performer de dub. Autor de poesia infantil. DJ de reggae. Dramaturgo. Apresentador de TV e rádio. Ativista político. Mestre em artes marciais. Rastafári. Foi preso por roubo antes de se voltar à musica e à poesia, que utiliza para denunciar as injustiças raciais e sociais da Grã-Bretanha moderna. Em 2003, foi-lhe oferecida a Ordem do Império Britânico por seus serviços à literatura — condecoração que rejeitou. Seu livro Gangsta rap será lançado este ano no Brasil. Confira a entrevista com Benjamin Zephaniah.
ALI SMITH
Desde a publicação de seu primeiro romance, Like (1997), Ali Smith (1962, Inverness, Escócia) tornou-se uma das autoras mais originais da ficção contemporânea em língua inglesa. Seu segundo romance, Hotel World (2001), foi indicado para o Booker Prize, assim como sua continuação, Por acaso (2006), que ganhou o Prêmio Whitbread de Melhor Romance do Ano. Smith editou diversos volumes coletivos de ficção contemporânea e escreveu três livros de contos. Confira a entrevista com Ali Smith.
TARIQ ALI
Romancista, biógrafo, historiador, dramaturgo, ativista político, cineasta e editor de longa data da publicação acadêmica New Left Review, Tariq Ali (1943, Lahore, Paquistão) é considerado um dos principais intelectuais de esquerda da Grã-Bretanha. Como ensaísta, escreveu Confronto de fundamentalismos (2002) e Bush na Babilônia (2003). Seu trabalho como romancista inclui o “Quarteto Islâmico”, ainda inacabado, que compreende Sombras da romãzeira (1992), O livro de Saladino (1998), Mulher de pedra (2000) e Um sultão em Palermo (2006). Seu livro mais recente é Rough Music (2006), uma denúncia enérgica contra o primeiro-ministro britânico Tony Blair. A nova face do império e Um sultão em Palermo serão lançado na FLIP.
CHRISTOPHER HITCHENS
Christopher Hitchens (1949, Portsmouth, Reino Unido) é um dos mais proeminentes jornalistas britânicos e um dos principais comentaristas sobre questões domésticas e internacionais dos Estados Unidos. Em 2005 foi considerado um dos cinco mais influentes intelectuais mundiais em uma pesquisa feita pela Prospect Magazine. Afeito a controvérsias e a nadar contra as correntes tradicionais de pensamento, suas críticas incisivas já incluíram nomes como Madre Teresa, Bill Clinton e Henry Kissinger, e já discorreu extensamente sobre o Chipre e as questões palestina e curda. Escreve regularmente para o jornal inglês The Daily Mirror, a revista Vanity Fair e a publicação virtual Slate. Seus livros mais recentes incluem Unacknowledged Legislation: Writers in the Public Sphere (2000), Orwell’s Victory (2002). Cartas a um jovem contestador foi recentemente publicado no Brasil. Amor, pobreza e guerra será lançado durante a FLIP 2006.
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