Em março, a UK Alumni Network de São Paulo trouxe ao auditório da Cultura Inglesa, em Pinheiros, o diretor e produtor do filme “Fim da Linha”, Gustavo Steinberg, ex-bolsista Chevening
A noite iniciou-se com a exibição do filme que marca a estréia de Steinberg em longa-metragem de ficção. A trama, inteligentemente costurada entre seus distintos e diversos personagens, chega ao seu ápice quando faz chover dinheiro sobre uma manifestação pela paz.
Indicado para o Festival Internacional de Rotterdam, o filme conta sete histórias inspiradas no cotidiano brasileiro. Para contar essas histórias, o elenco foi formado por Rubens de Falco (em seu último trabalho), Leonardo Medeiros, Maria Padilha, Lulu Pavarin, Gisela Reimann e Daniela Camargo.
“Fim da Linha” é uma metáfora tensa e bem-humorada das dificuldades, dilemas e seduções criadas por uma sociedade estruturada pela fé no poder do dinheiro.
Após assistir o filme, o público foi convidado a participar de um bate papo com Steinberg, que compartilhou suas experiências durante a produção de sua obra.
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GUSTAVO STEINBERG
Gustavo Steinberg nasceu em São Paulo, em 1973, é cientista social e mestre em ciências políticas pela PUC, de São Paulo, mestre em comunicação pela London School of Economics e autor do romance Prazeres da Solidão.
No cinema foi co-roteirista e produtor de Cronicamente Inviável (2000), de Sergio Bianchi, voltando a exercer as duas funções em 1,99 - Um Supermercado que Vende Palavras, de Marcelo Masagão (2003). Co-dirigiu, com Marcelo Masagão, o curta-metragem Um Pouco Mais, Um Pouco Menos (2002).
Em 2003, Steinberg foi produtor do documentário de longa-metragem O Prisioneiro da Grade de Ferro, de Paulo Sacramento.
“Fim da Linha”, seu primeiro longa-metragem de ficção, do qual ele assina o roteiro e a direção, chegou às salas de cinema em 2008.
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